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Coninhas

Ser Coninhas é um Direito!

Coninhas

Ser Coninhas é um Direito!

O OVO

Uma galinha põe um ovo de meio quilo.

Os jornais, a televisão, os repórteres... todos atrás da galinha.

“Como conseguiu esta façanha, senhora galinha?”

“Segredo de família...”

“E os planos para o futuro?”

“Pôr um ovo de um quilo!”

As atenções voltam-se para o galo...

“Como conseguiram tal façanha, senhor galo?”

“Segredo de família...”

“E os planos para o futuro?”

“Encher o avestruz de porrada!”

DITADOS DO SÉCULO XXI

A pressa é inimiga da ligação.
Amigos, amigos, passwords à parte.
Antes só que em chats aborrecidos.
A arquivo dado não se olha o formato.

Diz-me que chat frequentas, dir-te-ei quem és.
Para bom servidor, uma password basta.
Não adianta chorar sobre o arquivo deletado.
Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.

Em terra off-line, quem tem um 486 é rei.
Hacker que ladra, não morde.
Mais vale um arquivo no HD do que dois a baixar.
Mouse sujo limpa-se em casa.

É melhor prevenir do que formatar.
O barato sai caro. E lento.
Quando a esmola é demais, o santo desconfia que há vírus anexado.

Quando um não quer, dois não teclam.
Quem ama um 486, Pentium 5 lhe parece.
Quem clica, seus males multiplica.
Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.

Quem envia o que quer, recebe o que não quer.
Quem não tem banda larga, caça com modem.
Quem nunca errou que aperte a primeira tecla.
Quem semeia e-mails colhe spams.

Quem tem dedo vai a Roma.com.
Um é pouco, dois é bom, três é chat ou lista virtual.
Vão-se os arquivos, ficam os back-up.

CUBA 1

Uma professora cubana mostra aos alunos um retrato do Bush e pergunta-lhes:
“Quem é este no retrato?”
Silêncio absoluto.
“Eu vou ajudar-vos um pouco. É por culpa deste senhor que nós estamos a passar fome”.
“Ah, professora! É que sem a barba e o uniforme não conseguíamos reconhecer!”

A FÁBULA...

...SOBRE O MERCADO DE ACÇÕES
Certo dia numa aldeia, apareceu um homem a anunciar aos aldeões que compraria laranjas a €1 cada.
Os aldeões sabendo que havia muitas na região, foram ao campo e iniciaram a apanha.
O homem comprou centenas de laranjas a €1 e então os aldeões diminuíram seu esforço na procura.
Nessa altura o homem anunciou que agora pagaria a €5 por cada e os aldeões renovaram os seus esforços e foram novamente procurar mais laranjas.
Assim sendo, as laranjas foram escasseando cada vez mais e os aldeões foram desistindo da procura.
A oferta aumentou para €10 e a quantidade de laranjas ficou tão pequena que já não havia mais interesse na busca.
O homem então anunciou que agora compraria cada laranja a €50!
Entretanto, como iria à grande cidade, deixaria o seu assistente a cuidar da compra das laranjas.
Na ausência do homem, o seu assistente disse aos aldeões:
“Olhem para todas estas laranjas que o homem comprou. Eu posso vendê-las a vocês por €35 e quando o homem voltar da cidade, vocês podem vender-lhas por $50 cada”.
Os aldeões, espertos, pegaram em todas as economias que tinham e compraram todas as laranjas ao assistente.
Eles nunca mais voltaram a ver o homem ou o seu assistente, somente laranjas por todos os lados.

Entenderam agora como funciona um mercado de acções?

SOMOS OS MAIORES!?!

O novo estádio da cidade de Al-Kahder, nos arredores de Belém, na Cisjordânia, cuja construção foi financiada por Portugal, através do Instituto Português de Cooperação para o Desenvolvimento, vai ser inaugurado na próxima segunda-feira. O recinto custou dois milhões de dólares, tem capacidade para seis mil espectadores, é certificado pela FIFA e dispõe de piso sintético e iluminação.
A cerimónia de inauguração abrirá com uma marcha de escuteiros locais, conduzindo as bandeiras de Portugal e da Palestina e a execução dos respectivos hinos nacionais.
Já fechámos urgências, maternidades, centros de saúde e escolas primárias mas… oferecemos um estádio à Palestina.
Devíamos fechar o Hospital de Santa Maria e oferecer um pavilhão multiusos ao Afeganistão.
A seguir fechávamos a cidade universitária e oferecíamos um complexo olímpico (também com estádio) à Somália e por último fechávamos a Assembleia da República e oferecíamos os nossos políticos aos crocodilos do Nilo.

LEIAM E DIVULGUEM PARA SABEREM O QUE FAZ O GOVERNO COM OS NOSSOS IMPOSTOS

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