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Coninhas

Ser Coninhas é um Direito!

Coninhas

Ser Coninhas é um Direito!

PENSAMENTO

O Sexo é a Democracia perfeita porque goza tanto quem está em cima como quem está em baixo (... ou de lado... ou por trás... ou...).

PERGUNTAS DIFÍCEIS

Numa manhã, a professora pergunta ao aluno:
“Diz-me lá quem escreveu "Os Lusíadas"?”
O aluno, a gaguejar, responde:
“Não sei Senhora Professora, mas eu não fui”.
E começa a chorar. A professora, furiosa, diz-lhe:
“Pois então, de tarde, quero falar com o teu pai”.
Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa:
“Não percebo o seu filho. Perguntei-lhe quem escreveu "Os Lusíadas" e ele respondeu-me que não sabia, que não foi ele...”
Diz o pai:
“Bem, ele não costuma ser mentiroso, se diz que não foi ele, é porque não foi. Já se fosse o irmão...”
Irritada com tanta ignorância, a professora resolve ir para casa e, na passagem pelo posto local da GNR, diz-lhe o comandante:
“Parece que o dia não lhe correu muito bem...”
“Pois não! Imagine que perguntei a um aluno quem escreveu "Os Lusíadas”... respondeu-me que não sabia. Que não foi ele e começou a chorar”.
O comandante do posto:
“Não se preocupe. Chamamos cá o miúdo, damos-lhe um "aperto" e vai ver que ele confessa tudo!”
Com os cabelos em pé, a professora chega a casa e encontra o marido sentado no sofá, a ler o jornal. Pergunta-lhe este:
“Então o dia correu bem?”
“Ora, deixa-me cá. Hoje perguntei a um aluno quem escreveu "Os Lusíadas". Começou a gaguejar. Que não sabia, que não tinha sido ele e pôs-se a chorar. O pai diz-me que ele não costuma ser mentiroso. O comandante da GNR quer chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de eu fazer a isto?”
O marido, confortando-a:
“Olha, esquece. Janta, dorme e amanhã tudo se resolve. Vais ver que se calhar foste tu e já não te lembras...!”

DEPOIS...



...de ter visto um porco andar de bicicleta e de ter lido estas afirmações, até já acredito na candidatura de Mário Soares!?!

QUE SLOGAN!?!

Á partida, o slogan: ”SEMPRE PRESENTE NOS MOMENTOS DIFÍCEIS” parece ser um bom slogan, mas se pensarmos bem, vemos que não é bem assim.
Eu até entendo a ideia que, uma pessoa sempre presente nos momentos difíceis, é como um pai ou um familiar que está sempre acessível quando mais precisamos. Mas na política não funciona assim tão bem.
A frase faz-me pensar em 3 coisas prováveis sobre Mário Soares:
1º: Sempre que ele está no governo, as coisas correm para o torto e ficam... difíceis. Uma incompetência tal que ele podia pegar na Microsoft e, num espaço de um mês, o Bill Gates ficava de tal maneira falido que tinha de ir engatar marujos para a 24 de Julho para ter algum dinheirito;
2º: Ele até pode ter boa intenção, mas sempre que aparece em cena simplesmente dá um azar do caraças a Portugal! Ele é como o Gastão da Disney, mas ao contrário. Acredito sinceramente que se Mário Soares for de novo Presidente da República (o que não é possível de todo), Portugal vai aparecer nas primeiras páginas de todo Mundo e todas as semanas devido a estranhas ocorrências azaradas. Desde meteoritos, pragas de gafanhotos, à Marisa Cruz mudar de sexo, ao Castelo Branco a dar as notícias da TVI, ao FCP ser campeão, ao nascer uma pila na testa de cada Português, etc.;
3º: O “sarcófago” (como bem chama uma amiguinha minha a gente desta idade), é pura e simplesmente sádico e adora estar no poleiro a ver o pessoal a sofrer com os tais “apertos de cinto”, já para não falar nas “vacas magras” que ele adora mencionar sempre com um brilhozinho nos olhos.
Aliás, essa obsessão por vacas deixa-me preocupado.
Imagino o “Só-ares” com um frasco de óleo para bebé numa mão e toalhetes Dodot noutra, a ler a THM ( Thin Cow Magazine)” e a gemer (enquanto se baba pelo canto da boca): ”Ui estas tetas!!! Ui! AaHh!!! Coisinha boa!!! Malhada linda!!! OOOHHH!!!”
Suores frios, meus amigos, suores frios e medo, muito medo!
Mas penso acima de tudo que o avozinho Mário está a mentir! Ele não esteve em todos os momentos difíceis.
Por exemplo: 7 de maio de 1961, 16 horas e 23 minutos, tinha eu 6 anos, fiquei com a minha rica pilinha presa no fecho das calças.
Por acaso estava o secular candidato presente para me ajudar e dar apoio moral enquanto, com lágrimas nos olhos, procedia ao processo de me “desentalar” de tão delicado assunto?
Não estava não senhor!!! E se esta situação não é um momento difícil, então francamente, não sei o que é um!
Mas temos de pensar noutra coisa: queremos mesmo que o Marinho esteja em TODOS os momentos difíceis da nossa vida?
Numa bela noite, por exemplo, comemos um marisco que está estragado. Passamos a madrugada de diarreia como se não houvesse amanhã e o nosso rabo fica como a zona mais importante da nossa vida! Queremos mesmo que um velho senhor nos apareça na nossa casa de banho mal cheirosa e diga com aquela voz paternal: “Então Filho? A cagar de esguicho? Queres que eu te traga um cházinho? Olha que estás pálido como uma vaca magra!"
E nós respondemos o quê? “Muito obrigado Senhor Presidente!?!"
Por isso, acho que este slogan poderá ter sido a pior ideia desde que Abraham Lincoln que era grande amigo de Mário Soares (vejam lá quantos anos já se passaram, adoravam jogar badminton juntos e comparar vacas magras e gordas), numa certa noite teve a ideia de se virar para a mulher e dizer: ”Querida, esta noite vamos ao teatro”. Toda a gente sabe o que se passou mais tarde no tal teatro... PAM! Um tiro na pinha!
Sempre que vejo esse cartaz, só me vem à cabeça aquela piada do homem que está à beira da morte e que vai relembrando com a mulher todos os momentos difíceis que teve na vida e como ela esteve sempre presente neles todos... e pronto chega à conclusão que ela lhe dava azar!?!
Mas a outra campanha do MP3 ainda é pior. Parece a saga do Rambo, mas com um nome de formato digital, substituindo a cassete. Foi a única das únicas ligações com a juventude de que se pode tirar partido da campanha de Mário Soares e ainda assim, aparece com um formato de baixa qualidade e definição, pior ainda, tem erro.
Bem, já não me surpreenderia o "portuga", tão amante da nostalgia e do fado. Fado em MP3... são os novos tempos, com os velhos costumes. Simplesmente uma bosta!?!
E realmente se nos lembramos dos momentos difíceis quando ele lá esteve, porquê pô-lo lá outra vez?

50 ANOS

O casal já estava casado há um tempão e durante todo o tempo a mulher manteve uma caixinha escondida do marido.
No dia que completaram 50 anos de casados, o marido finalmente conseguiu convencer a mulher a abrir a caixa.
Para sua surpresa, havia 50 mil euros e três grãos de milho.
"O que significa isto?" - perguntou ele.
"É que por cada vez que eu te traí, coloquei um grão de milho na caixinha".
O marido ficou muito chateado, mas depois pensou um pouco e concluiu que três traições em 50 anos até era aceitável.
Já estava quase conformado quando se lembrou de perguntar:
"E os 50 mil euros?"
E ela explicou:
"Sempre que enchia a caixinha, vendia o milho!"