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Coninhas

Ser Coninhas é um Direito!

Coninhas

Ser Coninhas é um Direito!

Diário de Maria ( Capitulo II )

Maria vivia agora em harmonia com o seu marido e ajudava na padaria, parecia correr tudo bem.
Aos domingos faziam sempre a volta domingueira com a família, no belo carito do Júlio Padeiro, um Fiat 127 com doze anos, todo artilhado, jantes especiais, crucifixo no espelho retrovisor e um cãozinho em loiça estrategicamente colocado no painel de trás junto ao vidro e que abanava a cabeça com os movimentos do carro (que não eram poucos).
Normalmente eram oito, O Júlio Padeiro, a Maria, a Joaquina e a Liliana que viviam as duas e nunca casaram sabe-se lá porquê, o Miguelito,o Alberto, o Vespas e um puto lá do bairro que todos gostavam muito o Mocas (puseram-lhe o nome assim porque o chavalo não era muito certo da cabeça). O Ginetes não ia porque enjoava, foi uma vez mas o Júlio Padeiro jurou para nunca mais, estava a ver que tinha de mudar os limpa pára-brisas para dentro.
Lá iam eles Malveira dentro, era uma alegria dentro daquele carro, cassetes com musica internacional (estilo Roberto Leal), três á frente e cinco atrás. Mau foi quando compraram a saca de batatas e as galinhas, puseram tudo na mala, mas o Fiat não chegou a andar um quilometro, tiveram de descarregar pelo menos dois Kilitos de batata para as suspensões levantarem.
Mais à frente passou um Mercedes a buzinar, com o condutor a gesticular, o Vespas disse-lhe adeus julgava que era alguém conhecido, mas o Júlio Padeiro reparou que o homem levava duas galinha esborrachadas no vidro da frente e pensou, estou outra vez com problemas na mala do Fiat.
Lá pararam o carro para meter os seis litros de óleo do costume e desentorpecer as pernas claro, em tardes quentes era pior porque as janelas não funcionavam e a sofagem mandava ar mais quente que as fogueiras dos santos populares lá do bairro, para não falar dos mosquitos no vidro da frente, mas essa era fácil de resolver, agarravam o Mocas pelas pernas e ele com a manga da camisola limpava o vidro, mesmo em andamento.
O Júlio Padeiro não percebia era porque é que a Liliana pedia sempre para ir ao meio à frente, só compreendeu um dia que teve de fazer uma redução brusca e não encontrava a manete das mudanças.
Agora, engraçado foi um Domingo que começaram a ver o Mocas muito vermelho no banco de trás, é que tinha-se rompido o chão do Fiat e o Mocas ia a dar aos pés em pleno contacto com a rodovia.
No Verão era uma alegria, a família na praia, Cova do Vapor era o destino, entre bichas (não tem nada a ver com o Zeca) e confusões conseguiam chegar à Cova do Vapor sempre por volta das cinco da tarde, gostavam da maré baixa e assim que pousavam a geleira, cravavam o chapéu na areia sabe-se lá para apanhar que Sol e era vê-los direito à água a desviarem as algas, as alforrecas, os preservativos, as alheiras e outras substâncias tóxicas que boiavam naquela praia magnifica da costa portuguesa. Um dia o Miguelito com a buba adormeceu na areia e as gaivotas chamaram-lhe um figo, quando acordou tinha o corpo numa chaga. (Continua)...

Dário de Maria ( Capitulo I )

Maria moça do nosso quotidiano, desde nova conheceu a escola da vida, sim porque a outra ia passando ao lado, eram oito irmãos, a mãe, o pai e Maria, que conseguiu acabar a 4ª classe com 16 anos.
Um dos irmão o Zeca Navalhas ainda pediu ao pai para se fazer à vida, mas o pai disse-lhe que não: Na vida já anda a tua irmã Maria!
A mãe uma pobre senhora alcoólica que tinha no corpo as marcas... das bordoadas do marido, vivia com o garrafão do tintol e quem a conhecia, dizia que o Miguelinho o irmão mais novo de Maria, muitas vezes em vez de beber leite, bebia era do tintol (era natural a mãe queria deixar um descendente).O pai homem abatido de tanto roubar, meteu a reforma a favor do filho do meio, o Sacas (abreviatura de Salomão Carlitos) e continuou só com o negócio anual das farturas na Feira da Luz.
Numa casa modesta de duas assoalhadas em madeira e zinco, lá iam vivendo como podiam, com pombos dentro de casa, os três gatos, o cão, oito irmãos, o pai, a mãe e Maria, era uma casa cheia.
À Noite era mais confortável, o pior era quando o cão andava á pancada com os gatos, os pombos batiam as asas por cima do barrotes, a mãe, já bêbeda batia nos filhos, ao mesmo tempo que levava porrada do marido. Maria sentada no único degrau da entrada olhava as estrelas e pensava na vida e por falar em vida, já estava atrasada, o mercedes já tinha buzinado á entrada do bairro. Sem tempo para se relacionar, levava a vida como podia, ia-se relacionando com todos, um de cada vez.
O tempo foi passando e Maria cresceu, tinha agora 18 anos, os seus irmãos ou melhor metade dos seus irmão estavam presos, o Miguelito era o Presidente dos alcoólicos anónimos, o Zeca Navalhas trabalhava no Parque Eduardo VII como jardineiro (dizia) o Sacas tinha um mandato da Judiciária e constava-se que vivia no Norte, quanto ao outros a Joaquina, a Liliana, o Alberto, o Vespas e o Ginetes falaremos mais tarde.
Maria começou a namoriscar, com quem mais tarde viria a ser o seu marido, o Júlio Padeiro, homem trabalhador dono de uma modesta padaria a forno de lenha (não sei, mas o homem sempre teve tendência para a lenha), com uma pequena diferença de idade era moço de trinta e oito anos, mas Maria não se importou, o que conta é a felicidade, não é a idade e vinte anos de diferença não são nada.
Sua mãe tinha falecido e com ela o garrafão do tintol, consta-se que ficou dura como uma pedra, também coitada, fechada na arca frigorifica três dias por esquecimento do Miguelito. O seu pai vivia agora em grandes dificuldades, pois tinha queimado um braço no óleo das farturas e os gatos passavam a vida a mandar-se ao homem.
Maria decidiu casar-se, e se assim o pensou, melhor o fez, naquele Domingo dia de S. Martinho, (Maria escolheu este dia para homenagear a mãe) houve festança da grossa.
Juntaram-se quase todos os irmãos, menos o Sacas que ainda andava a monte, mas o Vespas e o Ginetes conseguiram chegar a tempo ao casamento, estavam a cumprir a condicional, não houve problemas, quer dizer problemas há sempre, foi o caso do Zeca Navalhas que apareceu no casamento de peruca, rímel e baton, ficou tudo de boca aberta, afinal o Zeca não era jardineiro, era paneleiro, Maria não se importou, afinal, o dia era de festa e assim como assim, ele era seu irmão e tinha o direito de escolher a vida que queria. Quem não ficou muito satisfeito foi o Júlio Padeiro ao reparar na família com que ia ficar.
A festa foi muito engraçada, Maria com o seu vestido de lantejoulas, Júlio Padeiro com a sua fatiota algo curta diria, pois para além da meia, ainda se vislumbrava um pouquinho da canela; por sua vez O Vespas e o Ginetes eram os galãs da festa, O Vespas com um fato azul claro da FDL ( Feira da Ladra), fio de prata por fora e anel no dedo mindinho, que por sinal, era maior que o dedo. O Ginetes de blaizer vermelho, calça de ganga (rota no joelho) e botinha bicuda de crocodilo plastificado (a chamada pele Jacaralhosa ).
Foi comer e beber até cair para o lado como o caso do Miguelito que nem viu a cerimónia, o que lhe valeu foi a ajuda do Alberto, moço mais recatado que tinha conseguido entrar na Universidade... como contínuo, e que segurou o Miguelito, matendo-o de pé enquanto o padre falava. (Continua)...

A Familia...

A família comia tranquila quando, de repente, a filha de 10 anos comenta tristemente:
- Tenho uma má notícia... Já não sou virgem!
E começa a chorar visivelmente alterada, com as mãos no rosto.
Um silêncio sepulcral. Os pais começam a trocar acusações mútuas...
- Tu, filha da puta! - dirigindo-se à esposa - Isto é por seres como és! Por te vestires como puta barata e te arreganhares para o primeiro imbecil que chega aqui a casa. Claro, com este exemplo que a menina vê todos os dias...
- E tu - apontando para a filha de 25 anos - Sempre agarranda no sofá a lamber aquele filho da puta do teu namorado que tem jeito de maricas. Tudo na frente da menina!
A mãe não aguenta mais e enervada, grita:
- Aahh, é isso? E quem é o imbecil que gasta metade do ordenado com as putas e despede-se delas á porta de casa? Pensas que eu e a menina somos cegas? E além disso, que exemplo podes dar, se desde que assinas-te a maldita da TV Cabo, passas todos os finais de semana a assistir a filmes porno de quinta categoria?
Desconsolada e à beira de um colapso, a mãe, com os olhos cheios de lágrimas e a voz trémula, pega ternamente na mão da filha e pergunta baixinho:
- O que é que aconteceu, filhinha? Foi vaginal? Anal? Forçaram-te? Bateram-te?
E entre soluços a menina responde:
- Não mãe! O que aconteceu foi que a professora tirou-me do presépio! E a virgem, agora, é a Andreia... eu vou fazer de vaquinha!

Natal...

A Direcção de Marketing do Pai Natal comunica-lhe que foi seleccionado para puxar o trenó.
Brevemente iremos visitá-lo para lhe pôr as hastes e ajustar as rédeas.
Cumprimentos
A Direcção

O Português!

Em cada 100 euros que o patrão paga pela minha força de trabalho, o Estado,
e muito bem, tira-me 20 euros para o IRS e 11 euros para a Segurança
Social. O meu patrão, por cada 100 euros que paga pela minha força de
trabalho, é obrigado a dar ao Estado, e muito bem, mais 23,75 euros para a
Segurança Social. E por cada 100 euros de riqueza que eu produzo, o Estado,
e muito bem, retira ao meu patrão outros 33 euros.

Cada vez que eu, no supermercado, gasto os 100 euros que o meu patrão Me
pagou, o Estado, e muito bem, fica com 19 euros para si.

Em resumo:
· Quando ganho 100 euros, o Estado fica quase com 55.
· Quando gasto 100 euros, o Estado, no mínimo, cobra 19.
· Quando lucro 100 euros, o Estado enriquece 33.
· Quando compro um carro, uma casa, herdo um quadro, registo os meus
negócios ou peço uma certidão, o Estado, e muito bem, fica com quase
metade das verbas envolvidas no caso.

· Eu pago e acho muito bem, portanto, exijo: um sistema de ensino
que garanta cultura, civismo e futuro emprego para o meu filho. Serviços de
saúde exemplares. Um hospital bem equipado a menos de 20 km de minha casa.
Estradas largas, sem buracos e bem sinalizadas em todo o País. Auto-estradas
sem portagens. Pontes que não caiam. Tribunais com capacidade para decidir
processos em menos de um ano. Uma máquina fiscal que cobre igualitariamente
os impostos.

· Eu pago, e por isso quero ter, quando lá chegar, a reforma garantida. E
jardins públicos e espaços verdes bem tratados e seguros. Policia eficiente
e equipada.

· Os monumentos do meu País bem conservados e abertos ao público.
Uma orquestra sinfónica. Filmes criados em Portugal. E, no mínimo, que não
haja um único caso de fome e de miséria nesta terra.

· Na pior das hipóteses, cada 300 euros em circulação em Portugal
garantem ao Estado 100 euros de receita. Portanto Doutor Durão Barroso,
governe-se com o dinheirinho que lhe dou porque eu quero e tenho direito a
tudo!



Centros de Saúde...

6h da manhã. O Sol já aparecia distinto sobre o azul celeste. Em torno da porta do Centro de Saúde, um pequeno grupo de utentes organizava-se para a marcação da consulta "à vaga". A maioria já se conhece. Afinal todos são já bem experimentados nesta forma bem própria de utilização da consulta. Aliás, o Director do Centro de Saúde até mandou instalar uns banquinhos de jardim no local, para tornar a espera mais atractiva.
É uma excelente oportunidade para trocar experiências e conhecimentos, que todos vão acumulando ao longo do seu percurso de contactos com os médicos e hospitais.
A Maria do Céu vai à consulta do "Parlamento", a Dona Gertrudes vai à consulta da "Monopausa" e a Rita é que as corrige informando-as que aquela consulta chama-se de Planeamento Familiar. Uma tem um "biombo" no "úbero" e leva os resultados duma "fotografia", outra está preocupada com comichões na "serventia" do marido, até porque ele, havia poucos dias, tinha já sido consultado pelo médico por estar com os "alforges" todos inflamados. Alguém logo ali diagnosticou um problema na "aprosta" do marido.
Mais à distância desta conversa, um grupo de senhoras falavam dos métodos contraceptivos e, uma delas, peremptória, afirmava que nunca aceitaria porem-lhe uma "fateixa" dentro da barriga ! Uma outra discordava, e lá lhe foi dizendo que por causa disso é que teve tantos filhos, felizmente todos de parto normal, só o último foi de "açoreana", mas aquele que lhe dava mais problemas era o mais velho que já era “toxico-correspondente”!
Noutro local, um grupo de homens mais idoso ia falando da relação entre o "castrol" e a "atenção". Às tantas um deles começa a explicação cuidada dum acidente que tivera. Por isso é que tinha a vacina contra o "tecto" em dia, mas o acidente estragou-lhe a "tibiotísica" e causou-lhe uma hérnia "fiscal", pelo que tinha ido fazer uma “fotocópia” e um "traque". Outro referiu que nunca teve problemas de ossos, o seu problema era uma grande "espirrogueira na peitogueira". Uma senhora, atraída pela conversa, queixava-se de entupimento no "curso" com dores "alucinantes" quando se "abaixava". Além disso cobria-se de suores e "gómitos", ficava "almariada" e tudo acabava com uma forte "encacheca", ficando cerca de 3 dias com cara de "caveira misteriosa". Alguém lhe falou nuns supositórios que a poderiam ajudar mas ela já os conhecia, aparentemente tinham sido muito difíceis de engolir, pelo que o melhor ainda era o "clistério".
Finalmente, uma outra senhora queixava-se da "úrsula" no "estambo", pelo que vinha mostrar o resultado duma "endocuspia" e ainda algumas análises especiais, como a Proteína C Reaccionária.
8h30mn da manhã. Ainda havia muito para conversar mas a Inês, jovem funcionária administrativa do Centro de Saúde, obviamente tarefeira, acaba de chegar. Os funcionários administrativos não podem chegar atrasados, caso contrário, confundir-se-iam com os doutores.
Quem é o primeiro, se faz favor? Ora diga lá o seu nome?
Josefina Trindade.
Idade?
67 anos.
Estado . . .?
Constipada, muito constipada!
9h da manhã. Aparece a enfermeira Freitas que grita para a pequena multidão barulhenta que cerca a Inês:
Quem está para medir as tensões? É você? Então entre e diga-me qual é o seu problema?
Sabe, senhora enfermeira, o meu problema é ter uma doença "arrendatária" que "arrendei" do meu pai e já me levou uma vez aos cuidados "utensílios" do hospital. Afecta-me as "cruzes renais" e por isso dá-me muita "humidade à volta do coração". Aliás, o doutor pediu-me uma "pilografia" e um "aerograma" que aqui trago e recomendou-me beber pouca água.
Finalmente, chega o médico, que logo dá início às consultas:
Então de que se queixa?
De uma angina de peito, senhor doutor. Tudo começou há uma semana quando fui às urgências. O médico disse-me que era uma angina na garganta, mas a angina começou a descer e agora apanha-me o peito todo!
Aos poucos, os utentes iam entrando e saindo, com melhor ou pior cara. Alguns perguntavam à Inês onde era o "pechiché da retrosaria" para pagarem a taxa moderadora.
O senhor Baptista foi dos utentes que saiu mais zangado da consulta. Permaneceu estoicamente na fila desde as 5h30m da manhã e, agora, o médico tinha-lhe dito que o seu atestado para carta de condução era com outro: o Delegado de Saúde.
Finalmente é chamado pelo Delegado de Saúde para o exame do atestado: - Sr. Baptista, faça-me o favor de pôr o dedo no nariz. Não, senhor Baptista, não é no meu, é no seu nariz!
O utente estava muito nervoso e depois do primeiro falhanço achou por bem enterrar o dedo profundamente nas fossas nasais!
O Delegado de Saúde desiste: - Muito bem, senhor Baptista! Fica com a carta com as mesmas restrições anteriores.
O Sr. Baptista saiu radiante - tinha, pelo menos, mais 2 anos de carta para conduzir - e ao passar pelos outros utentes que ainda esperavam, avisou:
Espero que estejam constipados, porque só passa quem tiver uns bons macacos para tirar do nariz . . .
Maria tinha uma ulcera varicósica semi-fixada no duodeno, mas não era disso que se queixava, o seu problema era mais do “fórum”vaginal !

O Buraco Do Ozono...

Eu oiço com cada uma, agora os extraterrestres vêm do buraco do Ozono, Bálha-me Deus!
Sou um grande consumidor de televisão, rádio, outdoor etc. (devido á minha inactividade profissional).
Esta coisa de Amamentados, Tavernas da TV, Master Cataplan, Polídolos, Big Bordas, deixa-me completamente obliterado, tipo bilhete de Ónibus, sim, que isto agora são só brasileiradas, vamos ao café e:
Bom Djia o que vai tomari, já pediu algo? Vou providenciar!
Atão e o teatro, bem, vem aí uma remessa... Será que a malta também vai ao Brasil representar?
Não creio a malta quer é viajar na stand-by (yes), para ir para Pipa ou Porto de Galinhas...e a Trafaria aqui tão perto!
Mas adiante, que atrás vem gente, num desses programas acima deferidos, vejo um macambúzio dizer que acredita no além, e que "aquela coisa das Bermudas"...só pode ter a ver com o buraco do Ozono...que é de onde vêm os extraterrestres, mas esta malta em vez de andar na escola, quer é programas e cantorias?
Serão os raios irreflectidos do sol?
Será Chuba?
Bento não é certamente...
E o Mundo não roda assim!





Orgasmos Femininos!!

01- Asmática - Ahhh... ahhhgggg... ahhhggg...
02- Geográfica - Aqui, aqui, aqui, aqui...
03- Matemática - Mais, mais, mais, mais...
04- Religiosa - Aí meu Deus, aí meu Deus...
05- Suicida - Eu vou morrer, eu vou morrer...
06- Homicida - Se parares agora, eu maaaatooo-teeeeee!!!
07- Vendora de Gelados- Chupa, Chupa...
08- Bióloga - Meu macho!!! Meu macho!!!
09- Professora de inglês - Ohhh... YES !!Ohhh God.!!
10- Maluca - Estou a ficar doida! Estás a Enlouquecer-me...
11- Viajante - Eu vou.. eu vou... ai... Estou a chegar... lá...vaiiiii...
12- Descritiva - Eu vou gozar, eu vou gozar, eu estou a gozar, estou a gozar...gozeeeiiiiiiiiiiiii!!!
13- Negativa - Não. não... não...
14- Positiva - Sim... Sim... Sim...
15- Pornográfica - Fo***... isso meu filho da puta.. faz-me gozar, ca***!!!
16- Serpente Indiana - Ssssss... Ssssss....
17- Professora - Sim...isso...vamos... agora... exacto... assim...
18- Sensitiva - Tou a sentir... tou a sentir...
19- Desinformada - O que é isto? Qu' é isto? Qu' é isto?
20- Margarina - Que delicia, que delicia..
21- Fã de Futebol - Vai... Vai... Vai...
22- Tipo mulher do "Schumaker" - Não páres! Não páres!
23- Ambiciosa - Eu quero tudo!!! Dá-me tudo!!!